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Resumo A vigilância triunfal nos anos 60 e 50 a.C. foi extraordinariamente intensa. Durante esse período, quase todos os triumphatores foram forçados a esperar durante anos ad urbem (fora do pomerium ) enquanto suas petições eram obstruídas por seus oponentes, uma tendência que certamente contribuiu para uma taxa historicamente baixa de procissões (uma média de cerca de uma a cada três anos). Nenhuma figura aparece com tanta frequência em nossa evidência sobre vigilância e obstrução triunfal na República Tardia como Cato, o Jovem. Embora a investigação tenha discutido anteriormente suas intervenções triunfais através de lentes familiares (e problemáticas) (por exemplo, Cato o "arqui-conservador", Cato o "inimigo político de César", Cato o "cidadão irrealista da República de Platão"), este trabalho oferece uma nova leitura da carta de Cato sobre o tema (Fam. 15.5), argumentando que o interesse de Cato pelo triunfo foi motivado por sua ansiedade sobre o uso de conquistas militares para legitimar o poder político aristocrático. Quando lidas corretamente e em contexto, as crenças e ações de Cato em relação ao triunfo eram revisionistas, não conservadoras; ideológicas, não pessoais; e genuinamente interessadas em provocar mudanças tangíveis na cultura política romana.
Noah Segal (Qui,) estudou esta questão.
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