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O sistema eleitoral de Cingapura mudou significativamente desde que o país ganhou independência em 1965. Este ensaio oferece um exame minucioso da evolução do sistema eleitoral, enfatizando desenvolvimentos institucionais significativos, ajustes legislativos e seus efeitos sobre o governo democrático. A cena eleitoral de Cingapura mudou gradualmente para incluir elementos de competição multipartidária e reformas eleitorais, após ser inicialmente caracterizada pela dominação de um único partido sob o Partido da Ação Popular (PAP). Os Distritos de Participação de Grupo (GRCs) foram introduzidos em 1988 com a intenção de garantir a participação de minorias; no entanto, eles enfrentaram críticas devido à sua propensão a restringir a competição política e a diversidade. Além disso, a imparcialidade e a transparência da função do Departamento de Eleições como uma organização independente encarregada de supervisionar os procedimentos eleitorais foram alvo de escrutínio. Em um aparente esforço para aumentar a diversidade política e a participação de minorias, mudanças recentes na legislação eleitoral instituíram programas como a Eleição Presidencial Reservada e Membros do Parlamento Não Constituicionais (NCMPs). No entanto, permanecem preocupações sobre o grau de pluralidade política real e o efeito das novas leis sobre os ideais democráticos. A participação dos eleitores e a retórica eleitoral também foram significativamente influenciadas pelas mídias sociais e pelas atividades da sociedade civil. Através de uma análise crítica da história do sistema eleitoral, este estudo avança nosso conhecimento sobre o ambiente político de Cingapura e suas consequências para a administração democrática. Enfatiza como é crucial continuar com mudanças para melhorar a inclusão política, a integridade das eleições e a participação dos cidadãos no processo democrático.
- et al. (Sat,) estudaram esta questão.