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O artigo apresenta uma abordagem diferente (comparada à tradicional) para o paradigma de uma instituição pública e para o desenvolvimento de uma nova epistemologia, que substitui a análise (entendida como uma decomposição no sentido grego da palavra) e promove a síntese e o holismo na interpretação da lei na linguagem. Enfatiza que existem relações entre uma instituição pública (lei), linguagem e cognição, onde o papel da linguagem requer um estudo especial, especialmente em relação à atividade mental. Abordagens científicas modernas interdisciplinares nos levam a considerar esse fenômeno à luz dos paradigmas do cognitivismo (em conexão com a inter-relação e a inseparabilidade da linguagem do pensamento) e da semiótica fractal (levando em conta a função “biossocial” da linguagem e a construção de um objeto de estudo a partir da posição de um observador), representando essas duas instituições públicas como processuais, autorreferenciais e auto-organizadoras em sua interação com um observador.
К. Х. Рекош (Thu,) estudou essa questão.