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Sistemas de votação baseados em criptografia se desenvolveram como uma solução viável para aliviar as desvantagens dos processos eleitorais convencionais, oferecendo maior segurança, transparência e inclusão. Apesar de suas vantagens teóricas, a implementação prática de sistemas de votação baseados em criptografia é dificultada por vários desafios críticos, tornando-os mal preparados para o uso no mundo real. Este ensaio explora as complexidades desses desafios, examinando vulnerabilidades de segurança, barreiras tecnológicas, obstáculos regulatórios e questões de confiança social que, coletivamente, impedem a adoção e implantação de sistemas de votação baseados em criptografia em grande escala. Vulnerabilidades de segurança representam uma ameaça significativa à integridade e à confidencialidade dos sistemas de votação baseados em criptografia, apesar de sua dependência de técnicas de criptografia avançadas. A natureza descentralizada dos sistemas de votação baseados em blockchain introduz novos vetores de ataque, enquanto vulnerabilidades em componentes de software e hardware expõem o processo eleitoral a possíveis manipulações e fraudes. Abordar essas preocupações de segurança é primordial para instilar confiança nos sistemas de votação baseados em criptografia e garantir a integridade dos resultados eleitorais. Além disso, barreiras tecnológicas apresentam obstáculos formidáveis para a implementação eficaz de sistemas de votação baseados em criptografia. Esses sistemas exigem uma infraestrutura robusta, conectividade à internet confiável e dispositivos compatíveis, apresentando desafios em regiões com recursos tecnológicos limitados. Questões de escalabilidade, protocolos de criptografia complexos e a necessidade de expertise especializada complicam ainda mais a implantação de sistemas de votação baseados em criptografia. Superar essas barreiras tecnológicas é essencial para realizar o potencial completo dos sistemas de votação baseados em criptografia na modernização dos processos eleitorais e no aprimoramento da participação democrática.
Sorasit et al. (Sat,) estudaram essa questão.