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Medições de correlações azimutais de duas e múltiplas partículas (cumulantes) fornecem informações valiosas sobre as propriedades do sistema criado em colisões de hádrons e núcleos em alta energia. Em particular, elas revelaram um comportamento coletivo inesperado em pequenos sistemas de colisão, semelhante ao exibido pelo plasma de quarks e glúons em colisões de íons pesados. A origem da coletividade em pequenos sistemas de colisão ainda não é compreendida. Medições dos cumulantes de segunda harmônica de duas e quatro partículas não identificadas são relatadas a partir de simulações PYTHIA 8 de colisões pp a s=13.6 TeV e colisões p--Pb a s₍₍=5.02 TeV. Os cumulantes de segunda harmônica de duas partículas diminuem com a multiplicidade de partículas carregadas e || gap introduzido para suprimir a contribuição de correlações de poucas partículas (``nonflow"). Uma dependência fraca do || gap ainda é observada em altas multiplicidades. Os cumulantes de segunda harmônica de quatro partículas exibem uma forte dependência da multiplicidade quando o gap N₂₇ 2 é empregado. Isso é qualitativamente semelhante ao padrão de fluxo elíptico observado em colisões de íons pesados.
Brandibur et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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