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A história do Afeganistão sempre foi acompanhada por insegurança, ocupação militar, diferenças intra-sectárias e religiosas, intervenções externas e pobreza da sociedade, que não transformaram este país em um campo para proteger os interesses de potências estrangeiras. A relação entre o Afeganistão e outros países, como Rússia, China e Irã, sempre foi considerada nas equações de política externa dos governos americanos. Os acontecimentos posteriores aos incidentes de 11 de setembro e a ocupação militar do Afeganistão em 2001 removeram o Talibã do poder até 2021, simultaneamente com a retirada das tropas americanas e a queda das cidades afegãs. O Talibã colocou o poder à sua disposição após duas décadas. A principal questão é como pode ser explicada a abordagem da política externa dos EUA antes do estabelecimento do grupo Talibã? A pesquisa atual, com o método explicativo segundo a teoria do realismo, busca testar a hipótese de que a dominação do Talibã no topo do poder afegão não significou a retirada completa da América daquele país, mas sim por várias razões, como a preocupação com o crescente poder da China, pesados gastos militares, a presença de potências regionais. Como Rússia, China e Irã, o fracasso em destruir o terrorismo, desacordo com o governo afegão e acordo com o Talibã podem ser explicados.
Mohammad Ekram Yawar (Sun,) estudou esta questão.
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