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A migração laboral internacional traz uma série de benefícios econômicos e de desenvolvimento tanto para os estados de origem quanto para os estados de destino. No entanto, as trabalhadoras migrantes, em particular, enfrentam uma multiplicidade de desafios em diferentes partes da jornada migratória. Elas encontram práticas exploratórias durante o processo de recrutamento no estado de origem e são submetidas a tratamento discriminatório durante seu emprego no estado de destino. Este artigo de pesquisa explorou o quadro jurídico internacional, consistindo em instrumentos relevantes de direitos humanos e normas de trabalho da OIT, que protegem efetivamente os direitos da força de trabalho feminina migrante. A análise revelou que os tratados internacionais de direitos humanos e as normas de trabalho que conferem direitos legais, culturais, sociais e econômicos também se aplicam às trabalhadoras migrantes e lhes conferem proteção contra atos de discriminação e exploração. Por último, os governos devem formular procedimentos de migração sensíveis ao gênero para garantir migrações seguras e proteção legal para trabalhadoras migrantes no emprego no exterior.
Siddiqui et al. (Qua,) estudaram esta questão.
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