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Resumo Este estudo qualitativo examinou as diferenças de gênero nas pressões socioculturais relacionadas à imagem corporal e os mecanismos psicológicos através dos quais essas pressões são experienciadas entre estudantes universitários. As respostas de 1014 alunos de graduação a uma pergunta aberta sobre a pressão percebida para se conformar aos ideais corporais culturais foram analisadas. Os resultados revelaram padrões distintos específicos de gênero: as narrativas das mulheres enfatizaram principalmente a pressão da mídia, a busca pela magreza e a comparação social, enquanto as respostas dos homens apresentaram com mais frequência a pressão interna ao lado da busca pela musculação e da busca por um corpo magro. Essas descobertas demonstram como pressões socioculturais semelhantes operam através de diferentes caminhos entre os gêneros— as mulheres reconheceram mais explicitamente as pressões externas por meio da comparação social direta, enquanto os homens frequentemente transformaram pressões socioculturais em metas internalizadas enquadradas como motivação pessoal. Esse padrão está alinhado com as estruturas teóricas da Teoria da Objetificação e da Teoria da Autodeterminação, e amplia o Modelo de Influência Tripartite ao iluminar a natureza de gênero das preocupações com a imagem corporal através de relatos narrativos. Implicações para abordagens clínicas específicas de gênero em relação à perturbação da imagem corporal são discutidas.
Fries et al. (Ter,) estudaram essa questão.
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