RESUMO A integração da tecnologia de inteligência artificial com o turismo introduziu um número crescente de humanos virtuais para os turistas. Esses agentes digitais servem não apenas como divulgadores para destinos turísticos, mas também como pessoal para fornecer diversos serviços imersivos para os turistas. No entanto, poucas pesquisas consideraram os efeitos variados causados pelos papéis que desempenham. Portanto, este estudo, baseado na teoria dos estereótipos, constrói um modelo de mecanismo onde o realismo da aparência dos humanos virtuais e os papéis sociais influenciam conjuntamente a intenção de boca a boca dos turistas. O modelo é validado por meio de dois experimentos de cenário. As descobertas indicam que, quando os humanos virtuais assumem papéis orientados para o serviço, um alto realismo de aparência é mais eficaz em estimular a intenção de boca a boca dos turistas, enquanto que, quando os humanos virtuais assumem papéis orientados para a divulgação, um baixo realismo de aparência é mais eficaz. A naturalidade percebida e o conforto percebido servem como mediadores e mediadores em cadeia nas referidas relações.
Song et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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