Este estudo experimenta com metodologias pós-qualitativas para entender parcerias de pesquisa-prática (RPPs) como formas afetivas e culturais. Revisando dados de um estudo de caso etnográfico de uma RPP e recorrendo a estudos sobre afeto e cultura, desenvolvo “cenários-casos” para traçar como os professores se vinculam a metáforas gerencial-profissionais como modos de recuperação da precariedade institucional, enquanto os alunos sintonizam com fantasmas e ruínas institucionais, gerando desvinculação das narrativas de melhoria. A análise revela como as RPPs funcionam como locais onde orientações afetivas diferenciais complicam as suposições sobre a bondade inerente das RPPs. As RPPs podem oferecer simultaneamente recuperação da precariedade para alguns participantes, enquanto catalisam a recusa em outros.
Blanca Gamez-Djokic (Mon,) estudou esta questão.