A força da parte inferior do corpo é teoricamente central para o desempenho dos socos, mas a força dessa relação em kickboxers treinados é pouco quantificada. Este estudo examinou se a força de pico do salto contramovimento (CMJ) e a força de pico do puxão isométrico de meio-coxa (IMTP) preveem a força de impacto do soco do braço de trás em kickboxers profissionais. Quatorze atletas (idade: 24 ± 4 anos; massa corporal: 70,7 ± 8,6 kg) da categoria de peso K-1 Japão, com um mínimo de três anos de experiência competitiva, completaram testes de força da parte inferior do corpo e um protocolo padronizado de impacto do soco. A força de pico do CMJ (r = 0.71, p = 0.005) e a força de pico do IMTP (r = 0.57, p = 0.034) demonstraram correlações de moderadas a fortes com a força de impacto do soco. A análise de regressão múltipla revelou que essas medidas, coletivamente, representaram 60% da variância na força de impacto do soco (R² = 0.598). Esses achados demonstram que a capacidade de produção de força máxima da parte inferior do corpo representa um determinante primário da força de impacto do soco em kickboxers profissionais.
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Yonathan Smoak (Tue,) estudou esta questão.
synapsesocial.com/papers/69a76105c6e9836116a2e84e — DOI: https://doi.org/10.21428/6404b16e.1edc9a09/8fee5946
Yonathan Smoak
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