Why the study?
Subclinical chronic inflammation may modulate the perioperative systemic inflammatory response and amplify complication risk under the second-hit theory, but its role required synthesis.
Does subclinical chronic inflammation amplify the systemic inflammatory response and increase postoperative complications in patients undergoing surgical procedures?
Does subclinical chronic inflammation amplify the systemic inflammatory response and increase postoperative complications in patients undergoing surgical procedures?
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Subclinical chronic inflammation acts as a biological "second hit" that amplifies the systemic inflammatory response to surgical trauma, increasing the risk of postoperative complications.
A inflamação crônica subclínica tem sido reconhecida como condição prevalente em indivíduos com doenças metabólicas, cardiovasculares e inflamatórias, podendo influenciar a resposta biológica ao trauma cirúrgico. Evidências recentes sugerem que esse estado inflamatório basal atua como modulador da resposta inflamatória sistêmica no período perioperatório, potencializando a liberação de citocinas pró-inflamatórias e ampliando o risco de complicações. O objetivo deste estudo foi analisar, por meio de revisão narrativa da literatura, o papel da inflamação crônica subclínica como amplificador da resposta inflamatória pós-operatória, à luz da teoria do “second hit”. Realizou-se busca nas bases internacionais, incluindo estudos clínicos e experimentais que abordaram marcadores inflamatórios basais, resposta cirúrgica e desfechos pós-operatórios. Os achados indicam que níveis elevados de proteína C reativa, relação neutrófilo-linfócito e outras citocinas inflamatórias no pré-operatório associam-se a maior intensidade da resposta inflamatória sistêmica após o procedimento. Pacientes com obesidade, síndrome metabólica e multimorbidade apresentam maior liberação citocínica, prolongamento da inflamação e maior incidência de complicações infecciosas e tempo de internação. Mecanisticamente, destacam-se a ativação persistente do sistema imune inato, a disfunção imunometabólica e o comprometimento endotelial como elementos centrais desse processo. Conclui-se que a inflamação crônica subclínica atua como fator modulador relevante no risco perioperatório, configurando possível “second hit” biológico que amplifica a resposta ao trauma cirúrgico.
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Moreno et al. (2026) conducted a review in Patients undergoing surgical procedures with subclinical chronic inflammation characterized by elevated baseline inflammatory markers such as C-reactive protein and neutrophil-to-lymphocyte ratio, often with obesity, metabolic syndrome, or multimorbidity.
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