Introdução: Mães de bebês prematuros frequentemente enfrentam desafios que incluem percepção de insuficiência de leite, ansiedade de estado elevada e diminuição da autoeficácia materna, todos os quais influenciam negativamente as práticas de amamentação e o bem-estar psicossocial geral. Embora a amamentação seja conhecida por aumentar a confiança materna e reduzir a ansiedade, essas associações também foram examinadas em intervenções psicoeducacionais abordando ansiedade e autoeficácia durante a gravidez. Objetivo: Este estudo teve como objetivo examinar as associações entre a percepção de insuficiência de leite, a autoeficácia parental materna percebida e a ansiedade de estado em mães de bebês prematuros. Métodos: Um estudo transversal foi conduzido entre 144 mães de bebês prematuros que frequentavam a clínica pediátrica ambulatorial de um hospital no sudeste da Turquia. Os dados foram coletados utilizando instrumentos validados: o Inventário de Ansiedade de Estado, o Questionário de Percepção de Insuficiência de Leite e a Escala de Autoeficácia Parental Materna Percebida. As análises estatísticas incluíram correlação por postos de Spearman, modelagem linear generalizada e análise de mediação. Resultados: A amamentação foi o forte preditor de percepções mais baixas de insuficiência de leite e maior autoeficácia parental materna percebida. A ansiedade de estado foi positivamente associada a percepções de insuficiência de leite e mediou parcialmente a relação entre a insuficiência de leite percebida e a autoeficácia parental materna percebida. Conclusão: Os achados destacam a necessidade de serviços de cuidados intensivos pós-neonatais que integrem apoio à amamentação com estratégias voltadas para a redução da ansiedade materna, a fim de promover uma autoeficácia parental mais forte em mães de bebês prematuros.
Akça et al. (Fri,) estudaram essa questão.
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