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Este artigo delineia e desenvolve o conceito de ‘trabalho ético’ na prática do trabalho social. Toma como ponto de partida uma perspectiva situada da ética como embutida na prática cotidiana: ‘ética cotidiana’. Isso é contrastado com a ‘ética de manual’, que se concentra em delinear princípios éticos gerais, apresentando dilemas éticos e oferecendo estruturas éticas normativas (incluindo modelos de tomada de decisão). O ‘trabalho ético’ é uma descrição mais descritiva da ética que se refere ao esforço que as pessoas colocam em ver aspectos eticamente relevantes das situações, desenvolvendo-se como bons profissionais, determinando o curso de ação correto e justificando quem são e o que fizeram. Após identificar sete características do trabalho ético, incluindo trabalho sobre enquadramento, papéis, emoção, identidade, razão, relacionamentos e desempenho, cada elemento é ilustrado com referência a dois exemplos de casos da prática do trabalho social. Argumenta-se que o conceito de trabalho ético, com seu foco nos praticantes como agentes morais no contexto, é um importante antídoto ao managerialismo baseado em regras de grande parte da prática contemporânea.
Sarah Banks (Sat,) estudou essa questão.
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