Key points are not available for this paper at this time.
Críticas recentes ao teste de hipótese nula de significância (NHST) apareceram em revistas de pesquisa sobre vida selvagem (Cherry 1998; Johnson 1999; Anderson et al. 2000, 2001; Guthery et al. 2001). Neste ensaio, discutimos essas críticas em relação ao uso atual do NHST e ao uso plausível no futuro. Sugerimos que o uso histórico de tais procedimentos foi razoável e que os usuários atuais poderiam dedicar um tempo de maneira proveitosa lendo alguns trabalhos aplicados de Fisher. No entanto, modificações ao NHST, e às interpretações de seus resultados, poderiam melhor atender às necessidades da ciência moderna. Nossa conclusão principal é que o NHST geralmente é útil como um complemento a outros resultados (por exemplo, tamanhos de efeito) em vez de ser um resultado isolado. No entanto, citamos alguns exemplos em que o NHST pode ser usado sozinho de forma proveitosa. Por último, encontramos considerável suporte experimental para uma atitude menos dogmática em relação à interpretação da probabilidade gerada por tais procedimentos.
Robinson et al. (Mon,) estudaram essa questão.