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Pesquisas indicam que a proteína ácida fibrilar glial (GFAP), parte do esqueleto astral, pode ser um marcador de lesão cerebral traumática (LCT). S100B, uma proteína astral, é um marcador reconhecido de LCT. Nosso objetivo foi analisar a relação entre GFAP/S100B, danos cerebrais e prognóstico, além de comparar a precisão de GFAP/S100B para previsão de mortalidade após LCT. Nosso estudo prospectivo incluiu 92 pacientes admitidos 0,5 cm (p 25 mL (p 0,5 cm (p ou = 25 (p ou = 60 do que CPP 70 do que MAP < ou = 70 mm Hg, e em GOS 4-5 do que GOS 1 (p < 0,0005). A medição de GFAP e S100B é um meio não invasivo útil para identificar danos cerebrais, com algumas diferenças baseadas no padrão de LCT e trauma múltiplo e/ou choque acompanhatório.
Pelinka et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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