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O desenvolvimento e, em alguns casos, a crescente prevalência da resistência a antimicrobianos utilizados em ambientes clínicos e veterinários têm sido reconhecidos há muito tempo. Nos últimos anos, o conceito de 'Uma Só Saúde' adicionou o reconhecimento do papel que o meio ambiente desempenha na proteção da saúde, juntamente com a necessidade de proteção da saúde do próprio ambiente. Organizações, incluindo a Organização Mundial da Saúde, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e governos nacionais identificaram a necessidade de vigilância da resistência antimicrobiana no meio ambiente, ao lado da vigilância realizada em setores clínicos, veterinários e alimentares. No entanto, tendo reconhecido a necessidade de vigilância ambiental, existem vários desafios na determinação do que isso deve envolver. Por exemplo, quais patógenos ou genes monitorar, quem ou o que desejamos proteger e quais medidas desejamos permitir para diminuir os riscos de infecção. Isso pode incluir amostragem perto de uma fonte de organismos resistentes que entram no meio ambiente ou, inversamente, amostragem onde a exposição realmente ocorre. Escolhas precisam ser feitas em níveis de política e técnica com base nos propósitos detalhados da vigilância. Este artigo discute essas questões sob a perspectiva de um regulador ambiental nacional.
Hart et al. (Qui,) estudaram esta questão.