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A Escala de Estado de Fluxo-2 (FSS-2) e a Escala de Fluxo Disposicional-2 (DFS-2) são apresentadas como dois instrumentos de autoavaliação projetados para avaliar experiências de fluxo na atividade física. Modificações nos itens foram feitas nas versões originais dessas escalas com o objetivo de melhorar a medição de algumas das dimensões do fluxo. Análises fatoriais confirmatórias de uma amostra de identificação de itens e de uma amostra de validação cruzada demonstraram um bom ajuste das novas escalas. Houve suporte tanto para um modelo de 9 fatores de primeira ordem quanto para um modelo de ordem superior com um fator global de fluxo. A amostra de identificação de itens apresentou cargas médias de itens no fator de primeira ordem de .78 para a FSS-2 e .77 para a DFS-2. As estimativas de confiabilidade variaram de .80 a .90 para a FSS-2 e de .81 a .90 para a DFS-2. Na amostra de validação cruzada, as cargas médias de itens no fator de primeira ordem foram .80 para a FSS-2 e .73 para a DFS-2. As estimativas de confiabilidade variaram entre .80 a .92 para a FSS-2 e .78 a .86 para a DFS-2. As escalas são apresentadas como formas de avaliar o fluxo experimentado dentro de um evento específico (FSS-2) ou a frequência das experiências de fluxo na atividade física escolhida em geral (DFS-2).
Jackson et al. (2002) estudaram essa questão.