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A política familiar não é facilmente conceptualizável ou mensurável em pesquisas comparativas. Abordagens anteriores são altamente diversas e produziram resultados empíricos mistos em termos de posicionar os perfis de políticas familiares dos países no cenário internacional e mapear suas trajetórias. Este artigo revisa a discussão de longa data sobre os conceitos de familização e desfamilização, populares em pesquisas comparativas, deriva um quadro conceitual e oferece uma discussão aprofundada das abordagens empíricas atuais. Ele aborda a falta de consenso sobre como a familização e a desfamilização são medidas, argumentando que intervenções em dependências específicas de gênero e intergeracionais são as dimensões-chave e que a mensuração em nível de política é mais indicada para capturar a variação dentro e entre os países na política familiar. Utilizando dados de 21 países europeus, o artigo propõe medidas que reconhecem as diferentes dimensões de familização e desfamilização. Os indicadores propostos se mostram úteis para mapear uma gama de constelações de políticas familiares de países europeus, mas estão limitados por restrições de dados. Portanto, o artigo faz uma forte reivindicação para melhorar a disponibilidade de dados de políticas familiares comparáveis internacionalmente.
Lohmann et al. (Terça-feira,) estudaram esta questão.
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