Key points are not available for this paper at this time.
Relacionamentos de apego servem como contextos nos quais as crianças desenvolvem capacidades emocionais. Esta revisão meta-analítica avaliou a força das associações entre padrões de apego entre pais e filhos com a experiência e regulação das emoções em crianças com menos de 18 anos. Em uma série de meta-análises (k = 72 estudos, N variando de 87 a 9.167), examinamos as experiências afetivas positivas e negativas das crianças (avaliadas de forma global ou provocadas em contextos específicos), a habilidade de regulação emocional e as estratégias de enfrentamento. Crianças com apego mais seguro experimentaram mais afeto positivo global e menos afeto negativo global, expressaram menos afeto negativo provocado, foram mais capazes de regular emoções e usaram com mais frequência estratégias de enfrentamento de apoio cognitivo e social. Crianças com apego mais evitativo experimentaram menos afeto positivo global, foram menos capazes de regular emoções e estavam menos propensas a usar estratégias de enfrentamento de apoio cognitivo ou social. Em contraste, crianças com apego mais ambivalente experimentaram mais afeto negativo global e provocado, e foram menos capazes de regular emoções. Crianças mais desorganizadas experimentaram menos afeto positivo global e mais afeto negativo global. Essas descobertas robustas fornecem evidências de que os vínculos com os pais têm implicações para o desenvolvimento emocional das crianças, embora mais pesquisas sejam necessárias para determinar se padrões de apego inseguro estão associados a perfis emocionais distintos. (Registro da Base de Dados PsycINFO (c) 2019 APA, todos os direitos reservados.)
Cooke et al. (Qui,) estudaram essa questão.