Key points are not available for this paper at this time.
A dominância social resulta quando membros de um grupo social variam em sua habilidade de adquirir recursos na presença de outros (ou seja, competir). Abordagens tradicionais sobre dominância social costumam enfatizar comportamentos coercitivos, mas, mesmo assim, sugerem que indivíduos dominantes são socialmente centrais (por exemplo, observados, parceiros sociais atraentes). Esses padrões, no entanto, se aplicam aos humanos apenas até uma certa idade. Essa aparente descontinuidade pode dar a falsa impressão de que a dominância social é menos relevante para a organização social humana do que é para a organização social animal. Este artigo reintroduz o conceito etológico de dominância social, mas o reinterpreta a partir de uma perspectiva baseada em estratégias. Ou seja, se a dominância social é definida como a habilidade diferencial de controlar recursos—sem referência a como isso é feito—então as crianças evidentemente empregam diferentes estratégias para competir com os colegas (por exemplo, coercitiva e procial). Além disso, o tipo de estratégia que as crianças empregam e as respostas dos colegas a ela dependem em grande parte das idades das crianças. Ao adotar uma abordagem baseada em estratégias para a dominância social e incorporar explicitamente processos de desenvolvimento e capacidades exclusivamente humanas, os padrões de dominância social humana parecem ser mais semelhantes aos padrões de primatas do que comumente se acredita. Implicações para a competência social, relacionamentos entre pares e o desenvolvimento do self são discutidas.
Patricia H. Hawley (Mon,) estudou esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: