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Evidências de diversas literaturas suportam o ponto de vista de que existem dois modos de autorregulação, um sistema de ordem inferior que responde rapidamente a pistas associativas do momento e um sistema de ordem superior que responde de forma mais reflexiva e planejada; que a baixa função serotonérgica está relacionada à dominância relativa do sistema de ordem inferior; que a manifestação da dominância do sistema de ordem inferior depende de variáveis adicionais; e que a baixa função serotonérgica, portanto, pode promover padrões comportamentais tão divergentes quanto agressão impulsiva e depressão letárgica. As literaturas revisadas incluem trabalhos sobre modelos de dois modos; estudos da função cerebral que apoiam a plausibilidade biológica da visão de dois modos e o envolvimento de vias serotoninérgicas em funções pertinentes; e estudos que relacionam a baixa função serotonérgica à impulsividade, agressão (incluindo violência extrema), aspectos de personalidade e vulnerabilidade à depressão. Diferenças substanciais entre a depressão e outros fenômenos revisados são interpretadas propondo que a depressão reflete tanto baixa função serotonérgica quanto baixa sensibilidade à recompensa. O artigo encerra com uma breve consideração da ideia de que a baixa função serotonérgica se relaciona a fenômenos ainda mais diversos, cuja natureza depende em parte das sensibilidades de outros sistemas.
Carver et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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