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A OH é um distúrbio médico no qual o tecido ósseo se desenvolve inexplicavelmente em tecidos moles como músculos e tendões. Envolve a formação de osso lamelar maduro em tecido mole extraesquelético, e sua formação é influenciada pela tensão de oxigênio, pH, disponibilidade de micronutrientes e estimulação mecânica. A OH tem muitas origens celulares, sendo a teoria mais comum a de células multipotentes no tecido local. O diagnóstico de OH é tipicamente feito com base em exame, radiografias e tomografia computadorizada. O manejo inclui opções profiláticas não cirúrgicas e ressecção cirúrgica para casos severos ou recalcitrantes. A revisão destaca a incidência, fatores de risco e estratégias de manejo associadas à OH em pacientes pediátricos. A OH é uma condição rara em crianças, com lesão neurológica severa sendo a causa mais comum. Pacientes pediátricos desenvolvem mais comumente OH após lesão neurológica severa, seguidos de trauma e cirurgia. Medidas profiláticas atuais incluem anti-inflamatórios não esteroides e radioterapia, embora haja literatura limitada sobre seu uso na população pediátrica. Para casos sintomáticos recalcitrantes, uma ressecção cirúrgica ampla pode ser considerada, mas apresenta um perfil de risco mais alto e morbidade associada. Esta revisão destaca a necessidade de mais pesquisas específicas pediátricas para informar diretrizes e estratégias de manejo para esta condição debilitante.
Markes et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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