Key points are not available for this paper at this time.
As complicações cardiovasculares, caracterizadas por disfunção endotelial e aterosclerose acelerada, são a principal causa de morbidade e mortalidade associadas à diabetes. Há evidências crescentes de que a geração excessiva de radicais livres altamente reativos, em grande parte devido à hiperglicemia, causa estresse oxidativo, o qual agrava ainda mais o desenvolvimento e a progressão da diabetes e suas complicações. A superprodução e/ou remoção insuficiente desses radicais livres resultam em disfunção vascular, danos a proteínas celulares, lipídios de membrana e ácidos nucleicos. Apesar das evidências esmagadoras sobre as consequências danosas do estresse oxidativo e seu papel na diabetes experimental, ensaios clínicos em larga escala com antioxidantes clássicos não conseguiram demonstrar qualquer benefício para pacientes diabéticos. À medida que nossa compreensão dos mecanismos de geração de radicais livres evolui, está se tornando claro que, em vez de apenas capturar radicais reativos, uma abordagem mais abrangente voltada para prevenir a geração desses espécies reativas, bem como a captura, pode se provar mais benéfica. Portanto, novas estratégias com antioxidantes clássicos e novos devem ser implementadas no tratamento da diabetes.
Johansen et al. (Sex,) estudaram essa questão.