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Sintomas neuropsiquiátricos da doença de Parkinson (DP), como fadiga, depressão e apatia, são comuns e prejudicam a qualidade de vida. Há pouca publicação sobre o impacto da atividade física nos sintomas neuropsiquiátricos da DP. Uma amostra de conveniência de 45 pacientes com DP (idade média = 66,1 anos; 33% do sexo feminino) completou questionários sobre atividade física, sintomas neuropsiquiátricos e preferências específicas de exercício. Controlando para idade e gênero, níveis mais altos de atividade física foram associados a significativamente menos fadiga, além de uma tendência para menos apatia e depressão e maior afeto positivo. As preferências de exercício incluíram intensidade moderada (73%), em casa (56%), pela manhã (73%), agendado (69%), opções para atividades variadas (73%) e preferência por programas tanto estruturados/supervisionados (50%) quanto não supervisionados/auto-dirigidos (50%). As atividades preferidas incluíram o uso de equipamentos de exercício aeróbico, treinamento de resistência e yoga. Desenvolver e ajustar programas de exercício que incorporem preferências específicas pode resultar em intervenções mais eficazes para pacientes com DP.
Abrantes et al. (Mon,) estudaram essa questão.