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A tecnologia blockchain está sendo considerada para resolver diversos problemas do mundo real que exigem transparência ao atender metas sustentáveis. Será que refletimos se essa tecnologia é uma bênção ou uma maldição para o meio ambiente? Este artigo analisa o método de consenso dominante do blockchain, Proof-of-Work (PoW), que consome mais energia do que a Malásia e a Suécia e ainda deteriora o meio ambiente através das emissões de carbono. Este estudo é a primeira avaliação sistemática das consequências ambientais das aplicações de blockchain baseadas em consenso PoW. Encontramos 11 Teorias significativas, 6 Contextos e 26 Metodologias (TCM) em 60 artigos revisados. Propomos um modelo de Antecedentes, Diretores e Resultados (ADO), que retrata que os lucros marginais impulsionam o alto consumo de energia e as emissões de carbono, com energia não renovável proporcionalmente responsável pelas emissões de carbono. O artigo utiliza de forma distinta uma estrutura integrada TCM-ADO para a síntese da literatura e a estrutura PESTLE para reportar áreas de pesquisa futura. Este é o primeiro estudo a utilizar os seguintes quatro frameworks: PRISMA; TCM; ADO; e PESTLE para revisão sistemática da literatura. O lucro é identificado como um dos fatores mais significativos do consumo de energia e das emissões de carbono. O artigo propõe 65 áreas de pesquisa futura e faz contribuições teóricas à literatura que podem interessar acadêmicos, profissionais e partes interessadas sociais.
Sapra et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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