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A prematuridade é a principal causa de mortalidade infantil em todo o mundo. Em países desenvolvidos, bebês extremamente prematuros contribuem de forma desproporcional tanto para a mortalidade neonatal quanto para a mortalidade infantil. A sobrevivência dessa população de alto risco melhorou gradualmente nos últimos anos. Apesar dessas melhorias, aproximadamente um em cada quatro bebês extremamente prematuros morre durante a internação ao nascer. Entre aqueles que sobrevivem, morbidades respiratórias e outras são comuns, embora seu efeito na qualidade de vida seja variável. Além disso, a deficiência neurodesenvolvimental a longo prazo é uma grande preocupação para pacientes, clínicos e famílias. No entanto, a interação de múltiplos fatores contribui para a deficiência neurodesenvolvimental, com medidas que mudam ao longo do tempo e resultados que podem ser difíceis de definir e prever. Compreender os resultados dos bebês extremamente prematuros pode ajudar a aconselhar melhor as famílias sobre os cuidados antenatais e pós-natais e orientar estratégias para melhorar a sobrevivência sem morbidade. Esta revisão resume evidências recentes para fornecer uma visão geral dos resultados a curto e longo prazo para bebês extremamente prematuros.
Ravi M. Patel (Sex,) estudou esta questão.