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Instituições são as restrições criadas pelo ser humano que estruturam a interação política, econômica e social. Elas consistem tanto em restrições informais (sanções, tabus, costumes, tradições e códigos de conduta) quanto em regras formais (constituições, leis, direitos de propriedade). Ao longo da história, as instituições foram criadas pelos seres humanos para criar ordem e reduzir a incerteza nas trocas. Juntas, com as restrições padrão da economia, definem o conjunto de escolhas e, portanto, determinam os custos de transação e produção e, assim, a rentabilidade e viabilidade de se envolver em atividades econômicas. Elas evoluem de maneira incremental, conectando o passado com o presente e o futuro; a história, em consequência, é em grande parte uma história da evolução institucional na qual o desempenho histórico das economias só pode ser entendido como parte de uma narrativa sequencial. As instituições fornecem a estrutura de incentivos de uma economia; à medida que essa estrutura evolui, ela molda a direção da mudança econômica em direção ao crescimento, estagnação ou declínio. Neste ensaio, pretendo elaborar sobre o papel das instituições no desempenho das economias e ilustrar minha análise a partir da história econômica.
Douglass C. North (Sex,) estudou esta questão.
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