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Um relatório de patologia é escrito para transmitir informações sobre os achados patológicos em um estudo. Esse tipo de relatório deve ser completo, preciso e comunicar a importância relativa de vários achados em um estudo. A qualidade geral do relatório é determinada por três Indicadores de Qualidade: abrangência, precisão e consistência. Abrangência é a identificação de cada lesão presente em um determinado órgão ou tecido, incluindo lesões de fundo espontâneas. Patologistas experientes familiarizados com lesões de fundo podem desconsiderar certos tipos de lesões ou estabelecer um limite ou severidade acima da qual lesões de fundo são diagnosticadas. Precisão é a habilidade de fazer e comunicar com precisão diagnósticos corretos. A nomenclatura das lesões é uma questão de definição e patologistas experientes geralmente concordam sobre quais termos devem ser usados. Consistência é o uso uniforme de um termo específico para registrar uma lesão definida e implica que os mesmos critérios diagnósticos estão sendo seguidos para cada tipo de diagnóstico. A severidade relativa das lesões não neoplásicas pode ser registrada de forma semi-quantitativa ou quantitativa. A análise semi-quantitativa envolve a aplicação de graus ou faixas de severidade definidos para lesões específicas. A análise quantitativa (contagens e medições) pode ser realizada manualmente ou eletronicamente, utilizando análise de imagem e técnicas estereológicas para fornecer valores numéricos. Quando tanto parâmetros qualitativos quanto quantitativos são aplicados na preparação de um relatório de patologia, os achados patológicos registrados podem ser interpretados e colocados em perspectiva. O uso dessa abordagem assegura ao leitor que o relatório de patologia atende aos mais altos padrões.
Shackelford et al. (Terça-feira,) estudaram essa questão.