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Como as pessoas com deficiência (PCDs) utilizam extensivamente serviços de saúde e sociais, tanto os Estados Unidos quanto o Reino Unido começaram a integrar o atendimento entre os sistemas. Iniciativas nesses dois países são examinadas no contexto da realidade de que as necessidades pessoais e o uso dos sistemas diferem por idade e por tipo e gravidade da deficiência. As lições derivadas dessa análise são apresentadas na forma de cinco "leis" de integração. Essas leis identificam três níveis de integração, indicam papéis alternativos para os médicos, delineiam os requisitos de recursos, destacam o atrito proveniente de paradigmas médicos e sociais diferentes, e instam os formuladores de políticas e administradores a considerar cuidadosamente quem seria mais adequadamente selecionado para projetar, supervisionar e administrar as iniciativas de integração. Tanto os usuários quanto os cuidadores devem estar envolvidos no planejamento para garantir que todos os três níveis de integração sejam atendidos e que as fronteiras entre os sistemas médicos e outros sejam esclarecidas.
Walter Leutz (Mon,) estudou essa questão.