Key points are not available for this paper at this time.
Resumo Introdução e importância Os leiomiomas podem afetar 20–30% das mulheres em idade reprodutiva e são comumente observados no útero. Sua ocorrência na vagina é extremamente rara, representando a apresentação menos comum entre todas as localizações. Neste artigo, relatamos um caso de leiomiomas vaginais em uma mulher de 48 anos. Apresentação do caso Uma mulher de 48 anos se apresentou em nossa clínica de ginecologia reclamando de sentir uma massa dentro de sua vagina. O exame físico revelou uma massa redonda e lisa na parede vaginal anterior com um colo uterino de aparência normal. O exame de ultrassom mostrou um útero aumentado antevertido com uma espessura endometrial de 14 mm e um pólipo endometrial de 15 × 7 mm surgindo da parede anterolateral superior esquerda. A ressonância magnética demonstrou uma massa vaginal submucosa fusiforme bem definida, originando-se da parede vaginal anterior, medindo 37× 22 × 36 mm. A histeroscopia foi realizada e as massas uterina e vaginal foram ressecadas. As massas foram confirmadas como leiomiomas convencionais. Discussão clínica O diagnóstico raramente é estabelecido pré-operatoriamente e a abordagem terapêutica preferida para o tratamento do leiomioma vaginal é a remoção cirúrgica pela via vaginal. No entanto, em casos de tumores grandes, a via abdominoperineal pode ser necessária. Conclusão O leiomioma vaginal é um tumor raro com aproximadamente 300 casos relatados em todo o mundo. Pode ser assintomático ou causar sensação de presença na vagina. Além da necessidade de ressecção cirúrgica, a colporrafia como cirurgia reconstrutiva pode ser necessária.
Muhammad et al. (Wed,) estudaram essa questão.