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A taxa de fertilização e mortalidade embrionária foram avaliadas em 636 ovelhas inseminadas em cada corno uterino com 50 x 10(6) espermatozoides congelados de quatro carneiros controle e de quatro carneiros submetidos a um aumento moderado (1,4-2,2 graus C), mas repetido, intermitente (16 h/dia durante 21 dias consecutivos) na temperatura subcutânea escrotal por meio de isolamento escrotal. A gravidez foi avaliada duas vezes em cada ovelha a partir da concentração de progesterona no plasma sanguíneo aos 17 dias e por ultrassom aos 65 dias após a inseminação. Nenhuma diferença foi observada na taxa de gravidez aos 17 dias entre ovelhas inseminadas com sêmen coletado de carneiros controle (56,0, 65,2, 66,7 e 60,3%) e de carneiros aquecidos (60,6, 71,8, 63,6 e 48,2%) antes ou depois de 4, 15 e 21 dias de aquecimento, respectivamente. Em contraste, a taxa de mortalidade embrionária entre 17 e 65 dias após a inseminação foi significativamente maior nos dias 4, 15 e 21 nos carneiros aquecidos (78,7, 78,6 e 93%) do que nos carneiros controle (55, 59 e 65,7%). Esses resultados indicam que um aumento intermitente leve, mas repetido, na temperatura subcutânea escrotal poderia induzir um aumento significativo na taxa de mortalidade embrionária. Como essas mudanças foram aparentes no dia 4 de aquecimento, um efeito deve ter ocorrido nos espermatozoides armazenados no epidídimo.
Mieusset et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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