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Os mecanismos de ativação do precursor da metaloproteinase de matriz humana 3 (proMMP-3/proestromelisina) por proteinases e acetato de (4-aminofenila)mercúrio (APMA) foram investigados por meio de análises cinéticas e de sequências. A incubação de proMMP-3 com elastase de neutrófilos, calicreína plasmática, plasmina ou quimotripsina a 37 graus C resultou na formação de MMP-3 com Mr = 45.000 pela clivagem da ligação His82-Phe83. Uma vez que essa ligação é improvável de ser clivada por essas proteinases, postulou-se que um ataque inicial de uma proteinase ativadora sobre proMMP-3 cria uma forma intermediária, que é então processada para uma forma mais estável de Mr = 45.000. Para testar essa hipótese, proMMP-3 foi incubado com essas proteinases serinas em condições que minimizam a ação de MMP-3. Isso levou ao acúmulo de intermediários maiores com Mr = 53.000 e duas formas menores com Mr = 49.000 e 47.000. O intermediário de Mr = 53.000 gerado pela elastase de neutrófilos humanos resultou da clivagem da ligação Val35-Arg36, enquanto a calicreína plasmática clivou as ligações Arg36-Arg37 e Lys38-Asp39, e a quimotripsina a ligação Phe34-Val35, todas localizadas perto do meio do propeptídeo. A conversão desses intermediários na forma totalmente ativa de MMP-3 com Mr = 45.000 resultou de uma reação bimolecular dos intermediários. Um intermediário semelhante de curta duração com Mr = 46.000 gerado por APMA foi resultado da clivagem intramolecular da ligação Glu68-Val69, e foi então convertido em uma MMP-3 estável com Mr = 45.000 por uma reação intermolecular de MMP-3. No entanto, MMP-3 não conseguiu ativar proMMP-3.(RESUMO TRUNCADO EM 250 PALAVRAS)
Nagase et al. (Terça,) estudaram esta questão.
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