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Este estudo examinou a relação entre mudança social percebida, controle parental e relações familiares em uma amostra de 419 crianças do 4º e 5º ano e suas mães de ascendência chinesa que residem em três contextos diferentes: Los Angeles (LA), Hong Kong (HK) e Pequim (BJ). As mães de HK apresentaram os níveis mais altos de controle psicológico e os níveis mais baixos de apoio à autonomia em comparação com as mães de BJ e LA. A mudança social percebida, medida pelo endosse de novas valores e ideologias pelas mães, estava associada ao aumento do uso tanto de apoio à autonomia quanto de controle psicológico. Os resultados das análises de mediação sugeriram que a mudança social percebida explicou as diferenças entre as mães de LA e HK no apoio à autonomia, mas as diferenças de grupo no controle psicológico foram ampliadas quando a mudança social percebida foi levada em conta. Por fim, enquanto o apoio à autonomia estava associado a níveis mais altos de aceitação percebida pela criança em HK e LA, o controle psicológico estava associado a maiores conflitos familiares em BJ e LA. Os resultados sugerem que, à medida que as famílias passam por urbanização ou mudança social, isso pode alterar as implicações de estratégias tradicionais destinadas a socializar a criança para uma sintonia interpessoal. No geral, o estudo destaca a importância de ir além de comparações entre grupos étnicos ou internacionais para investigar o papel de contextos sociais e econômicos em mudança na compreensão das diferenças no uso de controle parental e suas associações com relações familiares.
Fung et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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