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Este estudo integra os resultados de métodos quantitativos e qualitativos para elucidar a associação entre identidade sexual e abuso físico e sexual entre usuários de drogas puertorriquenhos. Um questionário estruturado foi administrado a 800 sujeitos em Nova York e 399 em Porto Rico. Um total de 93 sujeitos (7,9%) se identificaram como homossexuais ou bissexuais. Homens gays eram significativamente mais propensos do que homens heterossexuais a relatar a primeira ocorrência de abuso físico por um membro da família na infância. Tanto homens gays quanto bissexuais tinham maior probabilidade do que seus colegas heterossexuais de relatar a primeira experiência de sexo indesejado na infância e abuso físico por parceiro íntimo mais tarde na vida. Lésbicas eram mais propensas do que heterossexuais a relatar sexo indesejado na infância. Dados qualitativos foram coletados através de histórias de vida em profundidade com 21 sujeitos e sugerem que sujeitos gays e lésbicas percebem o preconceito antihomossexual por parte de membros da família como uma das causas do abuso físico e sexual na infância.
Finlinson et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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