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Um número crescente de evidências sugere que a emoção aumenta a precisão da memória até certo ponto, mas afeta ainda mais a sensação subjetiva de recordação. O resultado são memórias vívidas de eventos emocionais que são mantidas com confiança, mas que podem ser surpreendentemente imprecisas em seus detalhes. Examinamos o circuito neural que fundamenta o impacto da emoção na memória e na sensação subjetiva de recordação para fornecer insights sobre este fenômeno intrigante. Esta pesquisa sugere que, para estímulos emocionais, a qualidade e a força da memória para alguns detalhes podem mediar julgamentos de recordação, enquanto para estímulos neutros, a quantidade de detalhes contextuais pode ser mais importante. Finalmente, especulamos que a sensação subjetiva de recordação aprimorada com a emoção, na ausência de verdade absoluta, pode ter evoluído para permitir uma tomada de decisão rápida e inequívoca em situações emocionais.
Phelps et al. (Ter,) estudaram essa questão.