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Objetivo Este artigo tem dois objetivos: primeiro, apresenta a experiência de gerentes femininas com o dilema entre família e trabalho. Segundo, examina as prioridades que gerentes femininas casadas atribuem aos compromissos de seus papéis duais e o apoio que receberam de suas organizações. Design/metodologia/abordagem Este estudo foi baseado em um estudo de caso, utilizando uma abordagem qualitativa e triangulação de métodos. Isso inclui: entrevistas, observações, análise de textos e documentos e autobiografia. Entrevistas em profundidade foram realizadas com 26 gerentes masculinos em cargos seniores e 22 gerentes femininos em níveis de gestão sênior e média em dois Ministérios Federais (Saúde e Educação) localizados em Cartum (a capital do Sudão). O estilo narrativo (conto) foi usado para analisar os dados das entrevistas. Resultados Os resultados indicam que as gerentes femininas entrevistadas dão prioridade máxima às suas famílias e importância secundária ao trabalho. Gerentes mulheres casadas que têm filhos buscaram a assistência de outros (suas famílias extensas, empregados, babás e cozinheiros). A prioridade que gerentes mulheres casadas dão às suas famílias desempenha um papel negativo em seu progresso na carreira e contribui para sua sub-representação em nível de alta gestão. Originalidade/valor O estudo destaca o efeito do dilema entre família e trabalho na formação do teto de vidro que as gerentes femininas enfrentam nas organizações públicas no Sudão.
Samia Kargwell (Sex,) estudou esta questão.
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