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O capital social, que oferece o constructo teórico mais amplo ao qual redes e o networking se relacionam, é agora reconhecido como uma influência importante no empreendedorismo. Compreendido amplamente como recursos embutidos em redes e acessados através de conexões sociais, a pesquisa tem se concentrado principalmente em medir dimensões estruturais, relacionais e cognitivas do conceito. Embora útil, essas medições nos dizem pouco sobre como o capital social, como um artefato relacional e mecanismo de conexão, realmente funciona na prática. Como um fenômeno social que existe entre indivíduos e é contextualizado por meio de redes sociais e grupos, utilizamos teorias sociais estabelecidas para oferecer uma compreensão prática aprimorada do capital social – o que ele faz e como opera. Ao nos basearmos no trabalho de Pierre Bourdieu e Robert Putnam, contribuímos para a compreensão do empreendedorismo como uma prática socialmente situada e influenciada. Sob esta perspectiva, nossa unidade de análise é o contexto no qual os empreendedores estão inseridos. Exploramos as narrativas e práticas situadas de um grupo de 15 empreendedores de ‘Inisgrianan’, uma pequena cidade no noroeste da Irlanda. Adotamos uma abordagem qualitativa, utilizando uma filosofia naturalista interpretativa. Os resultados mostram como o capital social pode possibilitar, e como a mutualidade de interesses compartilhados permite, incentiva e envolve empreendedores na troca de expertise empreendedora.
McKeever et al. (terça-feira,) estudaram esta questão.