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Resumo Uma nova técnica fractográfica, Análise da Topografia da Superfície de Fratura (FRASTA), foi aplicada a uma fissura em um tubo de caldeira de uma usina a carvão na tentativa de determinar quando, em sua história de 22 anos de serviço, a fissura iniciou e a taxa à qual cresceu. Ao comparar as topografias das superfícies de fissura conjugadas, estimamos que a fissura nucleou cerca de 68 000 h após o início do serviço e experimentou vários períodos de crescimento acelerado e desacelerado, com taxas variando de 5 × 10 a 9,5 × 10 mm/h. Esses achados correlacionaram-se aproximadamente com limpezas químicas e ciclos de início/parada. Uma análise semelhante de um espécime de fadiga por corrosão testado sob condições controladas no laboratório forneceu resultados consistentes com os valores medidos. Esses resultados sugerem que a fractografia pode ser usada para extrair informações valiosas sobre a cinética de fissuração em sistemas envelhecidos e, assim, levar a novas maneiras de prever, monitorar e prolongar a vida útil dos componentes.
Kobayashi et al. (Sex,) estudaram essa questão.