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A exposição ocupacional a metais específicos (manganês, cobre, chumbo, ferro, mercúrio, zinco, alumínio e outros) parece ser um fator de risco para a doença de Parkinson (DP) em alguns, mas não em todos, os estudos de caso-controle. Estes estudos epidemiológicos são revisados. Vários problemas metodológicos que podem explicar a falta de unanimidade nos achados são discutidos, e sugestões para melhorar a metodologia de caso-controle são oferecidas. O estudo do desfecho da doença neurológica em trabalhadores que tiveram exposição ocupacional a longo prazo, bem definida, a um ou mais metais também é encorajado, com trabalho colaborativo incluindo higienistas industriais, toxicologistas ocupacionais, neurologistas, epidemiologistas e bioestatísticos. Esses esforços, utilizando métodos de apuração e inscrição de casos e controles de última geração a partir de bases populacionais adequadas, rigor diagnóstico neurológico e avaliação de exposição, ajudarão a definir melhor os papéis potencialmente importantes desempenhados pelos metais na DP e em outras desordens neurodegenerativas.
Gorell et al. (Sex,) estudaram esta questão.