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Os mapas sensoriais no neocórtex são alterados de maneira adaptativa para refletir experiências e aprendizados recentes. No córtex somatossensorial, padrões distintos de uso ou desuso sensorial provocam múltiplas formas de plasticidade do mapa, funcionalmente distintas. Diversas abordagens — genética, fisiologia sináptica e in vivo, imagem óptica e análise ultraestrutural — sugerem um modelo distribuído no qual a plasticidade ocorre em múltiplos locais no circuito cortical, com múltiplos mecanismos celulares/sinápticos e várias regras de aprendizado prováveis para a plasticidade. Esta visão contrasta com o modelo clássico em que a plasticidade do mapa reflete um único processo hebbiano atuando em um pequeno conjunto de sinapses corticais.
Feldman et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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