Este estudo explora a doutrina jainista de Karma, um conceito compreendido não apenas como um princípio moral, mas como um fenômeno material tangível. O jainismo interpreta as partículas kármicas como formas sutis e imperceptíveis de matéria que se ligam à alma, aumentando sua densidade e obstruindo sua leveza natural. Essa ligação material é vista como a fonte fundamental do sofrimento e a principal barreira à libertação. Ao examinar essa interpretação física de Karma, o artigo destaca como os pensadores jainistas desenvolveram uma estrutura quase científica que se destaca das compreensões hindus e budistas. Dentro do clima intelectual mais amplo da Índia antiga—particularmente em relação às críticas Lokayata que desconsideravam a eficácia de Karma—os filósofos jainistas buscaram demonstrar sua realidade objetiva e mensurável. Esta análise revela como o jainismo integrou de forma única metafísica, ética e uma visão de mundo científica, enfatizando em última instância a autodisciplina e a austeridade como caminhos para a libertação, contribuindo com uma voz distinta ao pensamento filosófico indiano.
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Dr. Manoji Harischandra
University of Kelaniya
Dr. S. Ilangakoon
University of Peradeniya
University of Peradeniya
University of Kelaniya
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Harischandra et al. (Terça,) estudaram esta questão.
synapsesocial.com/papers/69edad4b4a46254e215b4e96 — DOI: https://doi.org/10.82471/hwefc-sa323