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OBJETIVO: Quantificar a associação entre calor e mortalidade infantil e identificar fatores que influenciam a vulnerabilidade infantil ao calor. MÉTODOS: Realizamos uma análise de caso-crossover estratificada por tempo das associações entre temperatura ambiente e mortalidade infantil na Filadélfia, Pennsylvania, durante os meses quentes de 2000 a 2015. Utilizamos modelos de regressão logística condicional para estimar associações da mortalidade infantil com as temperaturas diárias no dia da morte (atraso 0) e para períodos de média de 0 a 1 e de 0 a 3 dias antes do dia da morte. Exploramos a modificação das associações por características individuais, nível de setor censitário e por quantidades de espaço verde. RESULTADOS: O risco de mortalidade infantil aumentou em 22,4% (IC de 95% = 5,0%, 42,6%) para cada aumento de 1°C na temperatura mínima diária acima de 23,9°C no dia da morte. Observamos evidências limitadas de modificação do efeito em estratos das covariáveis. CONCLUSÕES: Nossos resultados contribuem para um conjunto crescente de evidências de que os infantes são uma subpopulação particularmente vulnerável aos efeitos das mudanças climáticas. Mais pesquisas usando grandes conjuntos de dados são criticamente necessárias para elucidar fatores modificáveis que podem proteger os bebês contra a vulnerabilidade ao calor.
Schinasi et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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