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Este artigo relata experimentos em pequenos grupos nos quais os sujeitos podem escolher contribuir com uma quantia fixa de dinheiro para um bem público monetário, e no qual o bem só é fornecido se um número especificado de contribuições (ou mais) for feito. Dada a oportunidade de comunicar, nossos sujeitos se organizaram especificando precisamente o número de contribuintes necessários e quem seriam eles. Essa organização, que chamamos de designação de um conjunto mínimo contribuinte, sempre resultou na provisão do bem público, e na provisão de uma maneira quase ótima. Em contraste, grupos apresentados com o mesmo problema, mas que não puderam se comunicar, falharam em gerar um número suficiente de contribuições 35 por cento do tempo, e em pouco mais da metade dos grupos bem-sucedidos, a superprovisão produziu ineficiência. Apresentamos hipóteses sobre por que a designação de um conjunto mínimo contribuinte funciona, e dados indicando que o mecanismo resulta em redução de conflito normativo e risco percebido, assim como aumento de eficiência. A propriedade essencial do conjunto mínimo contribuinte, hipotetizamos, é a criticidade: as contribuições dos membros do conjunto mínimo contribuinte são cada uma críticas para a obtenção do bem público que os membros desejam, e eles sabem disso. É razoável (embora não seja uma estratégia dominante) contribuir porque um comportamento razoável pode ser esperado dos outros membros do conjunto mínimo contribuinte que estão na mesma situação. A irracionalidade é um problema que aumenta com o tamanho dos grupos, mas existem adaptações que, argumentamos, podem reduzir sua gravidade.
Kragt et al. (Ter,) estudaram essa questão.