Key points are not available for this paper at this time.
OBJETIVO: O aprendizado a distância, que se tornou difundido em resposta à pandemia da doença coronavírus 2019 (COVID-19), tem sido um desafio oneroso para alunos e professores. Este estudo investigou a relação entre autoeficácia acadêmica e burnout em alunos de enfermagem do primeiro ano que participaram de aprendizado a distância durante a pandemia de COVID-19. MÉTODOS: O estudo incluiu 69 alunos de enfermagem do primeiro ano na Universidade Jenderal Achmad Yani em Yogyakarta, Indonésia. Os dados foram coletados em setembro de 2020 por meio de questionários de autoeficácia e burnout que foram distribuídos por e-mail e mídias sociais durante 2 semanas. As respostas foram analisadas usando o teste gamma. RESULTADOS: A maioria dos respondentes eram mulheres (78,3%), com idade média de 19 anos. A maioria dos estudantes de enfermagem tinha um nível moderado de autoeficácia acadêmica (72,5%), enquanto apenas 13,0% dos respondentes tinham um nível baixo de autoeficácia acadêmica. No entanto, 46,4% dos alunos experimentaram burnout severo durante o aprendizado a distância. A tabulação cruzada mostrou que os alunos com autoeficácia moderada tinham maior probabilidade de experimentar burnout severo (24 respondentes) (P<0,01 e r=-0,884). A exaustão foi a dimensão do burnout mais associada à autoeficácia acadêmica. CONCLUSÃO: Os estudantes percebem o aprendizado a distância como oneroso e relataram altos níveis de exaustão, o que pode impactar negativamente seu desempenho acadêmico. Intervenções para melhorar a autoeficácia acadêmica podem fomentar a confiança dos alunos, potencialmente levando à redução dos níveis de burnout. Educadores de enfermagem devem refletir sobre estratégias de aprendizagem inovadoras para criar um ambiente de aprendizagem favorável para os estudantes de enfermagem.
Rohmani et al. (Mon,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: