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Examinamos as maneiras pelas quais jovens refugiados sírios percebem e navegam as fronteiras simbólicas de pertencimento quando deslocados no Líbano. Usando retratos, identificamos três dimensões de pertencimento para os refugiados – segurança, dignidade e relacionamentos – e exploramos o papel da educação em cultivar cada uma delas. Descobrimos que espaços educacionais, como escolas formais e experiências informais de voluntariado, são lugares onde os jovens refugiados podem, por vezes, borrar fronteiras nítidas de pertencimento. Também constatamos que esse pertencimento é tênue e serve para reforçar fronteiras de cidadania, direitos e práticas cotidianas que excluem jovens refugiados. Nossos achados enfatizam a necessidade de o campo da educação de refugiados abordar a questão de como as escolas podem resistir ativamente e contrabalançar as fronteiras de pertencimento estabelecidas pelo estado, servindo, em vez disso, como espaços que borram e redefinem essas fronteiras.
Chopra et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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