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Já existe uma iniciativa global significativa para explorar a sinergia entre a medicina tradicional (MT) e a oncologia, visando o cuidado holístico dos pacientes com câncer. Clínicas de oncologia integrativa surgiram com eficiência operacional. O que é necessário agora é uma visão integrativa que inspire a coordenação fluida dos esforços trans-sistêmicos na pesquisa do câncer e a rápida tradução dos resultados positivos na prevenção e tratamento do câncer. O paradigma dominante atual, que considera a MT apenas para uso complementar e alternativo, não pode inspirar pesquisas e desenvolvimentos de ponta sobre os leads de MT e descobertas serendipitosas. Conceitos ayurvédicos de Vyadhi-kshamatwa (Resistência Imune), Shatkriyakala (Seis estágios de uma doença) e Hetuviparya Chikitsa (Reversão de fatores patogênicos) precisam ser sinergizados com farmacepidemiologia ayurvédica, farmacologia reversa, terapias observacionais, ayurgenômica, biologia ayurvédica e ayurceutica reversa. Tal visão de mudança de paradigma pode levar a pesquisas/práticas translacionais pragmáticas e a obstáculos sistêmicos, além de novas conexões na Oncologia Integrativa.
Ashok Vaidya (Mon,) estudou essa questão.