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A observação da liderança em sociedades de pequeno porte oferece insights únicos sobre a evolução da ação coletiva humana e as origens da complexidade sociopolítica. Usando dados comportamentais dos forrageadores-horticultores Tsimane da Bolívia e dos pastores nômades Nyangatom da Etiópia, avaliamos os traços dos líderes e os contextos nos quais a liderança se torna mais institucional. Descobrimos que os líderes tendem a ter mais capital, na forma de conhecimento relacionado à idade, tamanho corporal ou conexões sociais. Esses atributos podem reduzir os custos que os líderes incorrem e aumentar a eficácia da liderança. A liderança se torna mais institucional em domínios de ação coletiva, como a resolução de conflitos intragrupos, onde a falha na ação coletiva ameaça a integridade do grupo. Juntos, esses dados suportam a hipótese de que a liderança é um meio importante pelo qual os problemas de ação coletiva são superados em sociedades de pequeno porte.
Glowacki et al. (Quarta-feira) estudaram esta questão.