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Resumo A Convergência Antártica é frequentemente adotada agora como o limite norte da região ‘Antártica’ como um todo, pois, pelo menos em relação a fenômenos oceanográficos e biológicos, é uma linha muito mais realista do que o círculo antártico. É uma fronteira bem definida entre grandes massas de água, e essa linha divisória pode ser muito significativa na distribuição da vida no mar, especialmente do plâncton. Cerca de 500 a 700 milhas ao norte dela encontra-se a Convergência Subtropical, reconhecida por uma mudança de temperatura muito acentuada na superfície, e este é claramente o limite sul de muitas espécies no zooplâncton e o limite norte de um número menor na fauna menos variada ao sul. É a fronteira entre as faunas epipelágicas de água quente e fria, e provavelmente constitui uma barreira real à dispersão de muitas espécies. Há menos diferença nas temperaturas do mar nos lados norte e sul da Convergência Antártica, mas, uma vez que é a interface entre águas superficiais de origem separada e propriedades distintas, e o ponto no qual as camadas ou correntes estão mudando sua profundidade, devemos esperar que também marque certos limites de distribuição.
N. A. Mackintosh (1964) estudou essa questão.