Answers are grounded in this paper and cite their sources.
Introdução: A automedicação com corticosteroides para fins estéticos e esportivos vem crescendo significativamente nos últimos anos, especialmente entre adultos jovens e praticantes de atividades físicas. A busca por hipertrofia muscular, emagrecimento rápido e melhora estética favorece o uso indiscriminado dessas substâncias, muitas vezes sem acompanhamento médico adequado. Apesar dos efeitos temporários percebidos pelos usuários, os glicocorticoides podem desencadear importantes repercussões clínicas sistêmicas. Objetivo: Analisar as principais repercussões clínicas associadas à automedicação com corticosteroides em contextos estéticos e esportivos. Metodologia: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, de caráter qualitativo e descritivo, realizada nas bases PubMed, Scielo, Google Scholar e ScienceDirect entre março e maio de 2026. Foram incluídos estudos publicados entre 2016 e 2026 relacionados ao uso indiscriminado de corticosteroides e suas complicações sistêmicas. Ao final da seleção, 8 estudos compuseram a análise final. Resultados: As principais complicações observadas envolveram resistência insulínica, diabetes mellitus secundário, hipertensão arterial, síndrome de Cushing iatrogênica, imunossupressão, osteoporose, alterações psiquiátricas e supressão do eixo hipotálamo-hipófise-adrenal. Também foram descritos aumento do risco cardiovascular, alterações dermatológicas e agravamento de lesões musculoesqueléticas devido ao mascaramento da dor e da inflamação. A associação com outras substâncias ergogênicas potencializou os efeitos adversos sistêmicos. Conclusões: A automedicação com corticosteroides representa um importante problema de saúde pública devido às repercussões clínicas progressivas e frequentemente silenciosas associadas ao uso indiscriminado dessas substâncias. Estratégias educativas, prevenção e ampliação da conscientização tornam-se fundamentais para redução dos riscos relacionados a essa prática.
No takes yet. Share an insight, caveat, or question.
Dávila et al. (2026) studied this question.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: